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Sem Título, 2005, acrílico sobre papel, 150 x 120 cm

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Biografia Pedro Cabrita Reis ◄ Voltar

Cabrita nasceu em Lisboa em 1956, cidade onde vive e trabalha. O seu idiossincrático discurso filosófico e poético em torno de questões relativas ao espaço e à memória atraiu reconhecimento internacional a partir de meados dos anos 1980, primeiro na escultura e depois nos vários outros meios em que o seu trabalho se desdobra: pintura, fotografia, desenho e instalação. 

Combinando materiais industriais com objetos encontrados e materiais simples que submete a processos construtivos, o artista recicla reminiscências quase anónimas de gestos e ações primordiais repetidos no quotidiano. Na sua complexa diversidade teórica e formal decorrente de uma reflexão antropológica contrária ao reducionismo do discurso sociológico, o seu trabalho adquire um sugestivo poder de associação que, transpondo o visual, alcança uma dimensão metafórica. De facto, é sobre silêncios e indagações que assenta a obra de Pedro Cabrita Reis.

Pedro Cabrita Reis participou em importantes exposições internacionais, incluindo as edições IX e XIV da Documenta de Kassel, respetivamente em 1992 e 2017; as 21ª e 24ª Bienais de São Paulo, respetivamente em 1994 e 1998; a Bienal de Veneza, onde representou Portugal em 1995 (conjuntamente com José Pedro Croft e Rui Chafes) e 2003 e integrou a exposiçãoApertode 1997 a convite de Germano Celant; e a Xème Biennale de Lyon, The Spectacle of the Everyday, em 2009.

O seu trabalho tem sido mostrado em exposições organizadas por diversos museus e centros de arte, de entre as quais se destacam: Sometimes one can see the clouds passing by, Kunsthalle Bern, Berna, 2004; Stillness, Camden Arts Centre, Londres, 2004; True Gardens #3 (Dijon), FRAC Bourgogne, Dijon, 2004; Pedro Cabrita Reis, MACRO Museod’Arte Contemporanea, Roma, 2006; La ciudad de adentro, OPA, Guadalajara, 2007; True Gardens #6, Kunsthaus Graz, Graz, 2008; Pedro Cabrita Reis, Fondazione Merz, Turim, 2008; La línea del volcán, Museo Tamayo, Cidade do México, 2009; Deposição, Pinacoteca de São Paulo, 2010; One After Another, A Few Silent Steps, Hamburger Kunsthalle, Hamburgo, 2009 + Carré d’art, Nîmes, 2010 + M – Museum Leuven, Lovaina, 2011 + Museu Coleção Berardo, Lisboa, 2011; Pedro Cabrita Reis: States of Flux, Tate Modern, Londres, 2011–13; A Remote Whisper, 55.aBiennale de Venezia, 2013; Lifted Gaze, De Vleeshal, Middelburg, 2014; Alguns nomes, Galeria Mul.ti.plo, Rio de Janeiro, 2014; Fourteen Paintings, The Preacher and a Broken Line, The Power Plant, Toronto, 2014; The London Angles, Sprovieri Gallery, Londres, 2014; The Field, Peter Freeman Inc., Nova Iorque, 2014; Herbarium (Madrid), Galeria Juana de Aizpuru, Madrid, 2015; Les Lieux fragmentés, Hotel des Arts, Toulon, 2015; A Few Drawings, A Façade Inside and a Possible Staircase, The Arts Club, Chicago, 2015; Pedro Cabrita Reis, Kewenig Galerie, Berlim, 2015; Pedro Cabrita Reis, Konkrete Mehr Raum!, Osnabrück, 2015; La casa di Roma – L’Albero della Cuccagna, MAXXI Museo Nazionale delle Arti del XXI secolo, Roma, 2015; A casa de Coimbra – anozero’15 – um lance de dados, Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, Sala da Cidade, Refeitório do Convento de Santa Cruz, Coimbra, 2015; Fallen and Standing, Kewenig Galerie, Palma de Mallorca, 2016; Show Me Your Wound, TEFAF Maastricht, MECC Maastricht Exhibition and Congress Centre, Maastricht, 2016; Art Unlimited, Basel 2016, Halls Messe Basel, Hall 2.1, Basileia, 2016; Da Coleção em Lisboa. O olhar do artista: Obras da Coleção de Serralves, Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa, 2017; Das pequenas coisas, Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa, 2017; Parcours, Art Basel, Basel’s Münsterplatz, Basileia, 2017; Col-Lecció per Amor a L’Art. Ornament = Delicte?, Bombas Gens Centre d’Art, Valencia, 2017; Pedro Cabrita Reis: La Forêt (Marseille), MUCEM, Marselha, 2018; Work (Always) in Progress, CGAC, Santiago de Compostela, 2019; A Roving Gaze (Um olhar inquieto), Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto, 2019.



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FONSECA MACEDO - ARTE CONTEMPORÂNEA | 2017